segunda-feira, 29 de abril de 2013

A Síndrome dos 20 e tantos

"Você começa a se dar conta de que seu círculo de amigos é menor do que há alguns anos. Dá-se conta de que é cada vez mais difícil vê-los e organizar horários por diferentes questões: trabalho, estudo, namorado(a) etc. E cada vez desfruta mais dessa Cervejinha que serve como desculpa para conversar um pouco.

As multidões já não são ‘tão divertidas’, às vezes até lhe incomodam.

Mas começa a se dar conta de que enquanto alguns eram verdadeiros amigos, outros não eram tão especiais depois de tudo.
Você começa a perceber que algumas pessoas são egoístas e que, talvez, esses amigos que você acreditava serem próximos não são exatamente as melhores pessoas. Ri com mais vontade, mas chora com menos lágrimas e mais dor. Partem seu coração e você se pergunta como essa pessoa que amou tanto e te achou o maior infantil, pôde lhe fazer tanto mal. Parece que todos que você conhece já estão namorando há anos e alguns começam a se casar, e isso assusta...


... Sair três vezes por final de semana lhe deixa esgotado e significa muito dinheiro para seu pequeno salário. Olha para o seu trabalho e, talvez, não esteja nem perto do que pensava que estaria fazendo. Ou, talvez, esteja procurando algum trabalho e pensa que tem que começar de baixo e isso lhe dá um pouco de medo.

Dia a dia, você trata de começar a se entender, sobre o que quer e o que não quer. Suas opiniões se tornam mais fortes. Vê o que os outros estão fazendo e se encontra julgando um pouco mais do que o normal, porque, de repente, você tem certos laços em sua vida e adiciona coisas a sua lista do que é aceitável e do que não é. Às vezes, você se sente genial e invencível, outras… Apenas com medo e confuso.

De repente, você trata de se obstinar ao passado, mas se dá conta de que o passado se distancia mais e que não há outra opção a não ser continuar avançando. Você se preocupa com o futuro, empréstimos, dinheiro… E com construir uma vida para você. E enquanto ganhar a carreira seria grandioso, você não queria estar competindo nela.

O que, talvez, você não se dê conta, é que todos que estamos lendo esse texto nos identificamos com ele. Todos nós que temos ‘vinte e tantos’ e gostaríamos de voltar aos 15-16 algumas vezes. Parece ser um lugar instável, um caminho de passagem, uma bagunça na cabeça…

Mas TODOS dizem que é a melhor época de nossas vidas e não temos que deixar de aproveitá-la por causa dos nossos medos… Dizem que esses tempos são o cimento do nosso futuro. Parece que foi ontem que tínhamos 16…

Então, amanhã teremos 30?!?! Assim tão rápido?!?"






sexta-feira, 26 de abril de 2013

Cheirinho de Livro Bom - " A Culpa é das Estrelas"

A Culpa é Das Estrelas
John Green 


Em A Culpa é das Estrelas, Hazel é uma paciente terminal de 16 anos que tem câncer desde os 13. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.


Estava eu navegando pela internet à procura de um livro para comprar, e me deparei com esse título e com os livros desse autor. Fiquei com uma dúvida enorme sobre qual deles comprar (Pq sim, todos são dignos de leitura) e encontrei uma crítica sobre ele na internet que me fez ter a certeza de que ele deveria ser o escolhido do momento. Vou deixar abaixo alguns trechos da crítica orignal que pode ser encontrada aqui .

"Caro leitor, antes de começar essa resenha, devo confessar que não tenho ideia de como passar a mensagem ou escrever uma crítica baseada na brilhante obra de John GreenAlguns dias depois de terminar “A culpa é das estrelas”, ainda não encontrei palavras para essa crítica, mas o sentimento de terminar um livro e sentir falta dos personagens, de fazer parte da história ainda que ela seja distante ainda reina em meus pensamentos.

O livro é narrado por Hazel, uma adolescente de dezesseis anos que sofre os males de umcâncer terminal, mas não se deixou abater com isso. Hazel é uma garota doce, inteligente e decidida. Ela é o exemplo de que não se pode desistir da vida, mas não consegue expressar seus desejos e ambições por conta do câncer. Por conta disso, ela entra em um grupo de apoio ao câncer, onde pessoas que estão passando por situações compartilham suas experiências como forma de suporte, um motivo incomum, ou seja, a luta pela vida. Lá, ela conhece Augustus Waters, um garoto de dezessete anos que está livre do câncer e que chama a atenção por onde passa, e contradizendo todos os estereótipos, a química entre os dois é quase que instantânea.
- Eu sou tipo. Tipo. Sou tipo uma granada, mãe. Eu sou uma granada e, em algum momento, vou explodir, e gostaria de diminuir a quantidade de vítimas, tá? – Hazel
Hazel não entende como um garoto como Gus estaria interessado nela, e no começo é relutante em aceitar o possível relacionamento, simplesmente pelo fato de ela se sentir uma “granada” que está prestes a explodir. Mas Gus é convincente demais, e vale a pena correr o risco. Juntos, eles lidam com os problemas da vida adolescente, desde momentos cômicos até os mais “pesados” dos diferentes estágios do câncer.
John Green escreve com maestria, sabe exatamente o que o leitor que ouvir, levando para as páginas de “A Culpa é das Estrelas” um enredo bem elaborado e devidamente pesquisado, notando-se em diversas passagens do livro que ele se aprofundou no assunto para trazer aos leitores um retrato dos adolescentes que sofrem com o câncer, mas ao mesmo tempo passando a mensagem que eles querem ser vistos como “pessoas” e não como “vítimas do câncer”. O câncer é uma realidade, mas a oportunidade de experimentar as melhores coisas da vida parece mais tentadora do que se lamentar por estar doente.
A Culpa é das Estrelas é muito mais que um livro sobre Câncer. É um livro sobre morte, amor, relacionamentos e como nos sentimos sobre todas essas coisas. A narrativa de John Green é tão intensa que traz a voz dos personagens ao nosso subconsciente, tratando o tema de uma forma tão sensível, que vai levar o leitor a uma reflexão sobre o amor, vida e morte."
:)

quinta-feira, 25 de abril de 2013

I Don't Want to Miss a Thing


“Eu poderia ficar acordado só para ouvir você respirando. Observar você sorrir enquanto está dormindo. Enquanto está longe e sonhando. Eu poderia passar minha vida nessa doce rendição. Eu poderia continuar perdida nesse momento pra sempre. Todo momento que passo com você, é um momento que eu valorizo. Não quero fechar meus olhos. Eu não quero pegar no sono. Porque eu sentiria sua falta. E eu não quero perder nada. Porque mesmo quando eu sonho com você, o sonho mais doce não vai ser suficiente. Eu ainda sentiria sua falta. Repousando perto de você, sentindo seu coração bater, e imaginando o que você está sonhando. Imaginando se sou eu que você está vendo. Então eu beijo seus olhos e agradeço a Deus por estarmos juntos. Eu só quero ficar com você, neste momento pra sempre. Não quero perder um sorriso. Não quero perder um beijo. Eu só quero ficar com você. Bem aqui, com você. Apenas assim. Eu só quero te abraçar forte. Sentir seu coração tão perto do meu. E só ficar aqui nesse momento, por todo o resto dos tempos.”
— Aerosmith

Metamorfose


“Minha vida mudou muito nos últimos anos. Eu mudei muito nos últimos anos. Mudei sem oferecer a menor resistência. Mudei sem me surpreender com as mudanças. Elas simplesmente apareceram, aconteceram, me invadiram e se instalaram. Então, eu finalmente me senti em casa dentro de mim mesma. E hoje, mais do que nunca, sinto que não devo nada para ninguém. A gente demora demais para se livrar de pesos e culpas. Mas um dia, finalmente, a gente acorda. E descobre que tem uma vida inteirinha pela frente.”

— Clarissa Corrêa


terça-feira, 23 de abril de 2013

The Lumineers - Ho Hey


"I belong with you, you belong with me
You're my sweetheart
I belong with you, you belong with me
You're my sweet"